• 18 mai 2015

    Depois de uma série de fatos, ou coincidências, que aconteceram comigo em 2012, fui parar em Cuba onde fiz três apresentações e gravei um clipe.

    O convite veio através de uma carta que recebi da jornalista cubana Bolivia Tamara Cruz Martínez. Ela me convidava para tocar no Centro Cultural “El Mejunje”, que fica na cidade de Santa Clara, capital da província de Villa Clara em Cuba. Dias depois encontrei, por acaso, um dos organizadores de uma comitiva do governo do estado do Rio Grande do Sul que viajaria para participar da Feira Internacional de Havana. Ele já tinha me ouvido tocar algumas vezes e, quando soube da tal carta que recebi, me convidou para participar da comitiva tocando em eventos da agenda oficial da viagem. Aceitei e, em menos de um mês, desembarquei naquela belíssima ilha caribenha.

    Eu era o único músico no meio de muitos empresários e alguns diplomatas. Fiz um show em Havana, no Melia Habana, e dois em Santa Clara, cidade chave na Revolução Cubana. Em Santa Clara, toquei na peña cultural “La casa como un árbol” e no maravilhoso “El Mejunje”. Andei em lugares cheios de turistas, em outros bem longe das lentes estrangeiras e fiquei muito impressionado com tudo que vi, com as coisas boas e as ruins. No meio daquele experiência intensa eu escrevi uma canção chamada “Libertad”, uma homenagem a “Los Cinco” de Cuba e a todos os homens e mulheres privados injustamente de suas liberdades. Musicalmente, é uma mistura de candombe, ciranda e ijexá, ritmos de raiz africana e música pop.

    Incluí a nova canção nos shows de Santa Clara e, quando voltei para Havana, vi surgir a oportunidade de gravar um clipe com alguns jovens cineastas brasileiros da Escuela Internacional de Cine, escola de cinema criada por Gabriel García Marquez. Rodamos o clipe pelas ruas do centro antigo de La Havana. Como eu ainda não tinha a música gravada, tive que cantar ouvindo a marcação de tempo de um metrônomo que coloquei no bolso. Meses depois eu gravei a música em Porto Alegre, usando a mesma marcação de metrônomo, o que possibilitou sincronizar as imagens com a música.

    Centro antigo de La Havana com a baía ao fundo.

     

    Depois que voltei de Cuba, a música me pareceu panfletária demais. Então, eu a coloquei em uma gaveta por dois anos até que, em dezembro de 2014, com a histórica reaproximação entre Cuba e Estados Unidos, os cinco cubanos foram libertados. Isso fez com que eu passasse a ver a música de uma maneira diferente. Não me parecia mais algo panfletário mas sim algo como uma celebração. Por isso, decidi lançar o material.

    Não sabemos quantos homens e mulheres encontram-se presos injustamente no mundo, na América Latina ou no Brasil. Não sabemos nem os nomes da maioria deles. Uma dessas pessoas se chama Rafael Vieira, negro, morador de rua que está preso desde junho de 2013 porque carregava um frasco de Pinho Sol e outro de água sanitária durante uma manifestação no Rio de Janeiro. Essa canção também é dedicada ao Rafael e a todas as pessoas que estão e/ou já se encontram em situações semelhantes.

    O clipe foi filmado por Etiene Faccin e João Gabriel Riveres, editado por Tula Anagnostopoulos, que assinam a direção em conjunto. A música foi gravada, mixada e masterizada no Estúdio Dreher e contou com a participação dos músicos Duda Guedes (bateria, percussão, coro), Beto Chedid (violões, charango, guitarra, coro) e Filipe Narcizo (baixo elétrico).

     Clique aqui para ver o clipe.


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  • 03 mai 2015
    Orquestra de Brinquedos, foto Luiza Girardello

    Orquestra de Brinquedos

    Num fim de tarde de 2012 eu entrei em uma lojas de instrumentos musicais e vi um jogo de sinos musicais. Eram quatro pares de sininhos coloridos, cada um com uma nota musical diferente. Juntos os sinos completavam uma escala. Pensei que quatro músicos, cada um deles com um par de sinos, seriam capazes de tocar melodias em conjunto. A música seria tocada com as melodias passando de sininho em sininho, o que resultaria em um tipo de coreografia muito interessante. Imaginei que, para o conjunto ficar completo, eu ainda precisaria de um quinto músico para fazer a parte rítmica.

    Na mesma loja, além dos sinos musicais, também havia uma bateria e um piano de brinquedo. Então me dei conta de que esses músicos poderiam tocar outros instrumentos de brinquedo em uma espécie de orquestra. Para a idéia ficar ainda mais interessante, os músicos também deveriam ser “transformados” em brinquedos, então pensei em soldadinhos de chumbo. Assim estava completa a idéia para a criação da Orquestra de Brinquedos, inclusive com o nome. Foi um daqueles momentos em que as coisas vão se encaixando de tal maneira que parece mágica.

    Sai da loja com os instrumentos comprados. Depois garimpei outros instrumentos na internet, como guitarra e contrabaixo de brinquedo. Pra completar, figurino e maquiagem foram especialmente criados para transformar os músicos em brinquedos. Para serem os soldadinhos, convidei três músicos que já trabalhavam comigo em outros projetos, Beto Chedid, Filipe Narcizo e Fábio Muscklinho. Para ter um toque feminino de uma soldadinha, a atriz e musicista Grasiela Muller foi convidada. Depois, quando a Grasi mudou-se para o Rio de Janeiro, a também atriz e musicista Marina Mendo foi convocada para entrar em seu lugar.

    foto: Raul Krebs

    Da esquerda para a direita: Beto Chedid, Filipe Narcizo, Yanto Laitano, Fábio Muscklinho e Marina Mendo.

    O repertório, com temática infantil e conhecido do público de todas as idades, também foi escolhido de maneira especial: cantigas de roda, como “Marcha Soldado” e “Alecrim”, canções folclóricas brasileiras, como “Pezinho”, obras de compositores consagrados da música erudita como “O Trenzinho do Caipira”, de Villa-Lobos, e até pérolas da música pop como “Yellow Submarine” dos Beatles.

    Os instrumentos de brinquedos ajudam a definir os arranjos das músicas e são fundamentais no processo criativo. Estou sempre pesquisando e comprando brinquedos que possam ser usados pela Orquestra. Tem alguns que eu compro que acabamos nem usando. Outros ficam em cima da minha estante até surgir uma ideia pra usar esse brinquedo de um jeito legal pra fazer música.

    Muitas músicas e arranjos surgem do próprio brinquedo musical. Por exemplo, a idéia de tocar “Danúbio Azul” veio das notas musicas das buzinas de bicicleta. Quando eu ouvi o Muscklinho tocar algumas buzinas que estavam acopladas ao seu washboard, me dei conta de que elas reproduziam exatamente as notas de uma parte da melodia da música “Danúbio Azul”. Então essa música foi incorporada ao repertório. É sempre muito engraçado quando uma música está sendo tocada pelos instrumentos e, de repente, as buzinas respondem tocando uma parte da melodia.

    É difícil saber quem se diverte mais em uma apresentação da Orquestra de Brinquedos: nós ou o público.

     

     

     


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  • 09 abr 2015

    Liberou geral ! Meu album “Horizontes e Precipícios“, lançado em 2010, está disponível na íntegra no youtube. Agora é possível ouvir, faixa a faixa, todas as músicas do disco. Pra ir direto pra uma determinada música, é só ir até o youtube, escolher uma música da lista e clicar.

     


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  • 27 fev 2015

    Fevereiro de 2015. Faz um ano que o meu querido amigo Nico Nicolaiewsky partiu. Resolvi escrever este texto pra registrar alguns bons momentos e compartilhar algumas idéias que trocamos.

    Minha última conversa com o Nico foi depois na minha casa, um apartamento no Bom Fim onde moro com minha mulher, Lu, e minha filha Cecília. A Lu fez um kibe maravilhoso e a Cecília tocou piano para nós. Quando ela cantou o tema de Pokemon, o Nico ficou muito feliz e disse que ela fazia uma baixaria (os baixos tocados pela mão esquerda) que ele mesmo não fazia.

    Depois que a maioria dos amigos foi embora, a Lu e a Márcia, esposa do Nico, ficaram na mesa conversando enquanto eu e o Nico sentamos estrategicamente em sofás perto da sacada para bebermos e fumarmos sem incomodar ninguém.

    Nossa conversa foi se encaminhando para um assunto que músicos costumam gastar intermináveis noites, geralmente sem chegar a nenhuma conclusão: o “sucesso”. Sucesso escrito assim mesmo entre aspas pra deixar claro que é um termo relativo e questionável além de batido e frequentemente usado de maneira superficial. Uma conversa sobre esse tal de “sucesso” pode descambar tanto numa filosofia barata mas divertida de boteco, quanto pode se mostrar como uma conversa realmente reveladora.

    Nico e Yanto

    Falamos dos nossos discos, como tinham sido feitos e como tinham sido recebidos pelo público e mídia. Eu falei sobre o disco da minha antiga banda, a Bili Rubina, que foi composto e gravado para que todas as suas músicas fossem radiofônicas e comerciais, exceto uma, e como justamente essa música tinha sido a que realmente tocou muito, a ponto de ser considerada um “sucesso”. Também falei que depois disso nunca mais tinha composto ou gravado algo pensando na questão radiofônica/comercial.

    Então o Nico contou sobre o seu disco “Onde está o amor” que, além de ter sido lançado com ampla divulgação local, foi bastante trabalhado no centro do país por um renomado divulgador de São Paulo. Ele me disse: Sabe quantas consultas eu recebi pelo ‘Onde está o Amor’? Nenhuma! “Nenhum pedido de orçamento, nenhum show vendido”. “Eu ia nas entrevistas pra divulgar o disco e me perguntavam como estava o Tangos & Tragédias!”.

    E seguimos falando como todas essas coisas que nós, artistas, realizamos, que dão certo ou que dão errado, na verdade não importam muito. Não importam porque um artista que faz algo de verdade, no fundo, não faz pra ser um sucesso ou pra ganhar dinheiro. Essas coisas são secundárias! Nós compomos, tocamos, gravamos e lançamos discos por uma necessidade artística. E Nós realizamos todas essas coisas porque elas gritam dentro de nós. Um artista tem uma necessidade vital de fazer com que essas coisas saiam da sua cabeça e de seu coração e ganhe vida. Mesmo que seja um disco que ninguém escute. Mesmo que seja um show que ninguém assista.

    E era um tango.

    Quando um artista se dá conta de que é esse o verdadeiro motivo, ele vê que a arte que ele faz não é para agradar a ninguém, a não ser ele mesmo. Além disso, fazer concessões para tornar uma obra artística mais aceitável, ou inaceitável, é uma grande bobagem. Então, nesse ponto da conversa, um alívio pairou no ar. Eu e Nico enchemos mais uma vez nossos copos e encostamos nos sofás, sorridentes, compartilhando um silêncio bom. Era como se uma verdade muito importante tivesse sido dita. E acho que foi mesmo.

    Outra hora eu escrevo sobre algum outro papo que tivemos. =)

    Ah, essas fotos no piano azul do Nico são de uma outra vez.

    Abraços


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  • 15 abr 2012

    Pra divulgar meu perfil no Twitter vou sortear um Cd. E vou mandar, especialmente autografado,  pra casa de quem ganhar !

    Para participar basta seguir @yantolaitano no Twitter e dar RT na seguinte mensagem:

    “Siga @yantolaitano e dê RT pra concorrer a um CD! Sorteio nesta quarta.  http://bit.ly/Afodkx “

    – O sorteio vai rolar na noite de quarta, dia 18/04/2012.

    – Vale qualquer tipo (copiando/colando, RT pelo botão), desde que não modifiquem a mensagem e o link.

    – Quanto mais RT’s, mais chances de ganhar. Mas ATENÇÃO: Pode dar RT’s em horários diversos mas usuários que derem vários RT’s seguidos serão desclassificados.

    Ajudem a divulgar!
    Logo vai ter promoção pelo Facebook também. Valeu, abraços/beijos

    Y~


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  • 14 jan 2012

    Eu morei toda minha infância e adolescência numa cidadezinha do oeste de Santa Catarina cercada de colinas chamada Jaborá. Eu sempre olhava pro horizonte e queria saber o que tinha além daquelas colinas. Então comecei a subir até os lugares mais altos pra ver a paisagem e vi que sempre tinha outra colina, que parecia mais alta, à frente.

    Isso, que vou contar, aconteceu em um dia qualquer de janeiro de 2007 mas a escrita só aconteceu em julho e agora, janeiro de 2012, resolvi postar. Nesse dia, por uma série de coincidências, eu tive uma visão fantástica e real de todas as colinas de uma só vez.

    Fui convidado para representar um documentário, como autor da trilha sonora, no Festival de Cinema de Atibaia, São Paulo. Acabei passando uns dias agradáveis num belo hotel e recebendo uma menção honrosa da UNESCO como representante do filme.

    Na volta, o avião decolou de Sampa com destino a Porto Alegre com um dia muito limpo e fui sentado no lado do avião que dava vista para a linha do litoral. O avião saiu em direção ao mar e logo, sobre Santos, desviou para o sul, acompanhando o litoral.

    Quando entrou no Paraná, o piloto informou que por ordem do Cindacta II, o espaço aéreo por onde íamos passar estava fechado e que a rota foi alterada. Então o Boeing desviou para Curitiba e o piloto informou que o Cindacta II tinha fechado toda uma região aérea e alterou novamente a rota para seguiu para o Rio Grande do Sul via Chapecó.

    Enquanto o Boeing voava a 35 mil pés, a geografia ia mudando rapidamente. Do imenso azul do mar e do amarelo da linha das praias, passou por um verde escuro da serra e para os campos do planalto de Curitiba. Pequenas cidades entre as plantações.

    Aos poucos o verde amarelado desses campos foi trocando de cor. Eram umas cinco da tarde, o avião estava muito alto e o céu muito azul. O relevo continuava plano e vi surgirem rios longos e finos. As curvas do rio, prateadas pelo sol, serpenteavam em uma imensa região plana com campos amarelos e verdes mais vivos a se perder no horizonte.

    Várias cidades de diversos tamanhos pontilhavam, distantes ou à margem dos rios, na longa região que eu via pela janela do avião. Somente algumas suaves elevações naquela geografia plana.

    Por mais de meia hora o avião cruzou aqueles campos. Sempre iam surgindo rios entre regiões imensas de campos com formatos retangulares, tamanho regular e de uma cor familiar: varias tonalidades de amarelos e verde, um vermelho-terra bem forte e algumas manchas verde-forte com formatos irregulares. Avistei muitas cidades, e aglomerados de cidades pequenas e médias entre os campos ou à margem dos rios ao longo de extensas áreas.

    Naquele cenário imenso também foram surgindo algumas construções brancas que aos poucos foram ficando cada vez mais freqüentes. Eram aviários. Galinheiros ! Em um momento, vi algumas poucas construções bem maiores, que descobri pelo Google Earth serem fábricas de celulose.

    Então surgiu ao longe um rio gigantesco, o Uruguai, muito mais extenso do que os outros e que acompanhava a linha do horizonte da minha janela. A cor dos campos era muito familiar. Eu tinha visto cada uma daquelas cores durante muitos anos. Vi cidadezinhas que pareciam muito próximas vistas daquela altitude, mas que, eu sabia, eram muito mais longe do que pareciam ser.

    O rio Uruguai foi aumentando no meu campo de visão. O imenso rio seguia formando enormes curvas, braços, e se espalhava como lagos. Os aviários foram aos poucos, tornando-se a construção mais freqüente e alguns eram ainda maiores do que os anteriores.

    Então, o avião sobrevoou Chapecó, uma cidade bem maior que todas as outras que tinham aparecido naquela meia hora. Quando o Boeing virou para o sul, inclinando-se levemente para a esquerda, toda região que tínhamos sobrevoado surgiu no meu campo de visão.

    O avião cruzou o rio e entrou no Rio Grande do Sul. A geografia mudou. Os campos eram bem maiores, e as cores tinham tonalidades diferentes. Mas isso já não me importava. Eu já estava realizado !

    Eu só pensava em como eu estava profundamente feliz e emocionado por conseguir ver tudo aquilo !! Durante toda minha infância e adolescência, eu tinha olhado para aqueles campos. Por todo aquele tempo eu olhei pro horizonte daquelas colinas, querendo saber o que é que tinha do outro lado.

    Muitas vezes caminhei, sozinho ou com meus amigos, nos campos de Jaborá, no velho oeste catarinense, procurando um lugar mais alto para avistar mais longe, além das colinas. Mas só se viam campos e mais campos, colinas e mais colinas, com as tonalidades do trigo, do milho, da terra arada, queimada. Depois dos capões de mato perdido nos campos, ou dos matos maiores que ainda resistiam as plantações, avistavam-se as colinas e depois delas o horizonte.

    Me dei conta de que realizei o sonho de ver através do horizonte de todos aqueles campos. Vi pra onde eles iam, vi suas fronteiras, vi onde acabavam. E tudo isso aconteceu por uma série de acontecimentos não programados. Não programados ?? Sei lá. Só sei que foi muito emocionante e imprevisto. Então eu pensei em escrever e pra compartilhar um pouco da minha felicidade em viver essa experiência.

    Abraço pra quem é de abraço e beijo pra quem é de beijo,
    Yanto


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  • 17 mai 2011

    Eba ! Tô muito feliz porque, após vários meses de trabalho, conseguimos disponibilizar a lista completa dos vídeos do show de lançamento do meu primeiro disco solo Horizontes e Precipícios. Aqui está uma lista de acesso rápido e, nas postagens que seguem abaixo, estão todos os vídeos, cada um com um texto. Comentários sobre os vídeos são bem vindos aqui e no youtube!

    Horizontes e Precipícios
    DVD Divulgação – Ao Vivo no Theatro São Pedro

    01 – À Beira de Um Precipício
    02 – Dinheiro no Chão
    03 – Fim da Tarde
    04 – Meus Inimigos Caíram
    05 – Promessas
    06 – Neo Hippie
    07 – Charly Tomó Demás
    08 – A Flor Que Nasce
    09 – Meu Amor
    10 – Porto Alegre Blues
    11 – Imbecil
    12 – Eu Não Sou Daqui
    13 – Não Te Quero Mais
    14 – Como Matar um Planeta

    Obrigado e parabéns para toda a equipe: Tula Anagnostopoulos (montagem), Marcelo Bacchin (direção artística), Rafael Dutra e Start Video (equipe de filmagem), Amarello Rodrigues e Alisson Moura (câmeras na platéia), Thomas Dreher (engenheiro do som), Junior Ribeiro (captação áudio), Vicente Saldanha (cenário), André Domingues (desenho de luz), Filipe Narcizo (baixo e vocais), Duda Cunha (bateria, percussão e voz) e Ricardinho Diesel (técnico de palco). Obrigado também à toda a equipe do Theatro São Pedro e à Opus Promoções pelo grande apoio.

    O disco pode ser baixado gratuitamente no meu site: www.yantolaitano.com.br

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  • 17 mai 2011

    Esta é a música que abre o show Horizontes e Precipícios. O arranjo desta música, assim como a maior parte do repertório deste show, é diferente do que está no disco. Eu parti da idéia de que show é show e disco é disco pra explorar mais a fundo os recursos de cada meio. No estúdio existem recursos que não estão disponíveis no palco e vice-versa.

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  • 17 mai 2011

    A segunda música do show é Dinheiro no Chão. Segue o vídeo desta música que tá no DVD Divulgação do Show de Lançamento. Essa letra tem um lance que gosto muito que é a fragmentação e colagem de palavras e frases pra mudar o sentido do texto.

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  • 17 mai 2011

    Música composta em parceria com Juli Manzi. Esta versão ao vivo tem um arranjo bem diferente da versão que gravei no disco.

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